MENOS PENAS.
MAIS CONSISTÊNCIA.
MENOS PENAS.
MAIS CONSISTÊNCIA.
Em 1968, o logotipo com "HM" afixado a uma asa já tinha sido usado durante 13 anos.
Nesse período, a asa passou por várias pequenas alterações,
dependendo do momento e do produto.
Por fim, foi definido um logotipo para toda a empresa.
Em vez de parecer um uma asa de pássaro realista,
o logotipo da asa era simples mas ainda assim transmitia movimento a fim de refletir a marca Honda.
O DESIGN PADRONIZADO FACILITAVA A FABRICAÇÃO
A Honda implementou seu Padrão de Engenharia Honda (HES) em seu processo de fabricação em 1960. A empresa adotou o princípio de "fabricar produtos eficientes com rapidez e confiabilidade", o que se refletiu na marca da asa. Mesmo pequenas variações eram proibidas, então a quantidade de penas foi reduzida e cada peça passou a ter sua própria medida específica para ser aprovada na inspeção HES. Isso tornou o logotipo fácil de reproduzir.
UM NOVO PADRÃO
A marca da asa foi formalmente definida para ser usada em toda a nova divisão global de negócios da Honda Motor Co., foi utilizada como logotipo da empresa até o ano 2000.
DREAM CB750 FOUR 1969
No Salão do Automóvel de Tóquio de 1968, a Honda apresentou um modelo totalmente novo — um veículo de hiper desempenho com volume de escape, potência e velocidade excepcionais. Ostentando especificações incríveis, como o primeiro motor OHC de 4 cilindros produzido em massa no mundo, seus rivais não tinham a menor chance, e a moto chegou a dar origem a uma palavra original para uma nova era de ouro no Japão: "Nanahan." O modelo garantiu que o nome da Honda se tornasse famoso em todo o mundo. Seu sistema multicilíndrico ainda é usado atualmente.
Este link direciona para o site em inglês.
Benly CB90 1970
No final da década de 1960, a cilindrada de 90cc era muito procurada e a concorrência entre os fabricantes no mercado japonês de motocicletas era acirrada. A Honda decidiu complementar sua linha de modelos atuais com uma versão esportiva altamente eficiente, projetada não apenas para o público japonês, mas também para consumidores americanos. A partir daí, nasceu a Benly CB90, que abandonou o motor boxer favorecendo o monocilíndrico vertical e substituiu o quadro de espinha dorsal por um quadro em forma de diamante, preferido por sua alta rigidez. Este modelo de alto desempenho possuía transmissão de 5 velocidades e uma potência máxima de 10,5 ps. Seu design exterior elegante fez sucesso entre os jovens motociclistas.
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